A Justiça em Marília condenou o médico psiquiatra Rafael Pascon dos Santos a 24 anos de prisão em regime fechado pelos crimes de estupro de vulnerável e importunação sexual contra pacientes em consultório. A decisão foi publicada nesta terça-feira (16). Ele pode recorrer contra a sentença, mas vai seguir preso.
Rafael está preso desde outubro do ano passado, depois de uma série de denúncias feitas por pacientes. Ao todo, são 32 acusações contra ele, por importunação sexual e estupros que aconteceram durante as consultas nas cidades de Marília, Garça e Lins, onde o médico atuava. Somando os dois processos, são 32 denúncias contra o médico, incluindo casos de importunação sexual e estupro.
A condenação é referente à primeira de duas denúncias apresentadas pelo Ministério Público a partir de investigação da Delegacia de Defesa da Mulher de Marília. A decisão da 3ª Vara Criminal extinguiu a punibilidade do médico no outro caso por prescrição do crime. A decisão destaca a garantia da ordem pública e a necessidade de assegurar a aplicação da lei penal, por se tratar de crimes de extrema gravidade.
O Conselho Regional de Medicina de São Paulo suspendeu o registro do profissional e ele está impedido legalmente de exercer a profissão. Rafael foi preso preventivamente em 22 de outubro do ano passado, em Marília, após diligências no consultório e na casa dele. O médico se apresentou à Delegacia de Marília acompanhado por advogados e desde então permanece preso. Informações: G-1.
Envie-nos sugestões de matérias: (14) 99688-7288









