O faro apurado do cão K-9 Max, do Canil do 13º BAEP, que foi doado por empresários marilienses há cerca de dois anos, foi decisivo para a apreensão de uma grande quantidade de drogas em Marília.
Segundo a Polícia Militar, a equipe realizava patrulhamento no bairro Jardim Monte Castelo (zona sul) quando avistou um grupo de adolescentes que correu para o interior de um imóvel aparentemente em reforma ao notar a aproximação da viatura.
Durante a averiguação, a moradora autorizou a entrada dos policiais e a realização de buscas no local. Com o apoio do cão farejador Max, foi feita uma varredura nos cômodos da residência.
Em determinado momento, o animal indicou a presença de algo suspeito sob um colchão. No local, os policiais encontraram uma mochila contendo grande quantidade de entorpecentes e materiais utilizados para o preparo e comercialização de drogas.
Ao todo foram apreendidas 950 porções de crack, 135 porções de maconha, uma balança de precisão, facas e diversos materiais usados para fracionar e embalar os entorpecentes.
A ocorrência foi apresentada na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Marília, onde todo o material foi apreendido para investigação.
Conheça o cão Max
O cão MAX, na época (2024) com três anos, da raça Pastor Belga Malinois, foi adquirido pelos empresários marilienses José Eduardo Guillaumon, Murilo Colombo e Walter Cação (proprietários da MWJ Agrícola) de um criador da capital paulista que já fazia com ele um treinamento de faro.
Eles decidiram doar o animal ao saberem das dificuldades enfrentadas pela PM na formação de novos animais para o Canil, eles decidiram ajudar, doando o animal.
Como já tinha um treinamento para essa função (faro), isso facilitou muito seu ingresso no trabalho policial, bastando apenas algumas adaptações à realidade do interior paulista.
Max já participou de diversas operações que resultaram na apreensão de grande quantidade de drogas.
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