Após justiça decretar prisão preventiva, rapaz acusado de matar e queimar gata em churrasqueira continua foragido

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Crime ocorrido em Garça teve grande repercussão. Ativista animal de Marília também havia pedido a prisão do investigado.

As Polícias Civil e Militar realizam buscas para localizar o rapaz de 21 anos acusado de matar e queimar uma gata em uma churrasqueira de um condomínio residencial em Garça. A Justiça decretou a prisão preventiva do investigado, que agora poderá ser considerado foragido caso não seja encontrado. O mandado tem validade até junho de 2027.

Segundo as investigações, o acusado responderá por maus-tratos contra animal e furto. O caso ganhou repercussão estadual e nacional após a descoberta do corpo do animal carbonizado, em maio deste ano. Imagens do sistema de monitoramento do condomínio ajudaram a identificar o suspeito, preso em flagrante na ocasião, mas colocado em liberdade após audiência de custódia.

De acordo com a Polícia Civil, o investigado descumpriu uma das medidas cautelares impostas pela Justiça, que o proibia de deixar a cidade sem autorização judicial. A decisão pela prisão preventiva também levou em consideração a necessidade de garantir a ordem pública e assegurar o andamento do processo.

Caso provocou revolta

O ativista da causa animal de Marília, Gabriel Fernando, já havia anunciado, na semana passada, que apresentaria novo pedido de prisão preventiva do acusado. Na ocasião, ele afirmou que a liberdade do investigado poderia colocar testemunhas em risco e defendeu uma resposta mais rigorosa diante da crueldade do crime, que gerou revolta entre defensores dos animais.

As investigações apontam ainda que a gata possuía proprietário e teria sido levada pelo acusado dias antes do crime. A Polícia Civil continua as diligências para localizar o suspeito e cumprir o mandado de prisão.









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