Rapaz é preso acusado de matar e queimar um gato

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Um rapaz de 21 anos foi preso em flagrante neste sábado, suspeito de matar e queimar um gato em Garça, A identificação só foi possível através de imagens de câmeras de segurança no condomínio onde ele mora. O flagrante foi feito na Central de Polícia Judiciária de Marília, onde ele permaneceu no setor de carceragem. A Polícia Civil vai pedir a prisão preventiva dele.

De acordo com o ativista animal, Gabriel Fernando, que realizou o atendimento da denúncia em Garça, o crime ocorreu no final da tarde de sexta-feira (15) em um condomínio residencial localizado no bairro Williams, mas somente neste sábado é que houve a denúncia. 

O gato estava com o corpo totalmente carbonizado.

Um funcionário do local que realizava sua ronda, constatou a presença do felino queimado no interior de uma churrasqueira na área de lazer do empreendimento.

Próximo ao local foram encontrados uma garrafa contendo óleo de cozinha e um galão aparentemente com vestígios de substância combustível. 

Crueldade contra o animal

A partir daí, a Polícia Civil passou a verificar nas câmeras de segurança quem seria responsável pela crueldade.

Após assistirem as imagens por cerca de seis horas, finalmente os policiais conseguiram ver (por meio de um vidro) o momento em que o animal e pendurado possivelmente pelo rabo, sendo jogado contra objetos e paredes. Depois, o felino (não se sabe ainda vivo ou já morto) foi queimado na churrasqueira.

Segundo o delegado 
Adriano Marreiro (foto)que comandou a operação, não satisfeito com tamanha violência, ainda usou uma faca para tirar um pedaço da carne do animal.

"Não sabemos se depois ele comeu essa carne", afirmou, procurando chamar o suspeito de "coisa porque não dá para nomear como gente", tamanha a indignação pela crueldade. O suspeito foi encontrado em seu apartamento, sendo preso.

Gabriel Fernando, que também acompanhou o flagrante, informou que vai representar pelo pedido de prisão preventiva do rapaz, ou seja, para que permaneça na cadeia até o julgamento pela justiça.


A pena para casos de maus-tratos a animais com resultado morte pode chegar a cinco anos de prisão além de multa e proibição da guarda de animais. Mas, como neste caso houve morte no animal, a pena é aumentada em um terço, ou seja, seis anos e meio de prisão.

Confira entrevista com o delegado 
Adriano Marreiro:











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