Sobrinho que matou tio se apresenta. Execução: laudo não indicou estupro

Dois casos tiveram grande repercussão em Marília. Veja as novidades passadas pela DIG
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O rapaz acusado de matar o próprio tio, com quatro tiros, se apresentou hoje à DIG (Delegacia de Investigações Gerais) e confessou o crime. Ele vai permanecer preso.

Outro caso de repercussão na cidade e com desdobramentos hoje: o laudo que apura o possível caso de estupro, que teria sido praticado pelo empresário Rodrigo Maniscalco, de 39 anos (o que levou a ser julgado e morto em "tribunal do crime") não apontou indícios de que a jovem teria sido molestada sexualmente. As informações foram transmitidas há pouco pelo delegado Valdir Tramontini, da DIG.

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No caso do sobrinho que matou o tio, o acusado pelos disparos (João Vitor dos Santos, de 18 anos) ele estava foragido para o Mato Grosso do Sul e o seu advogado "negociava" a sua apresentação à DIG que ocorreu somente hoje. O rapaz confessou o crime. Disse que no dia dos fatos, pela manhã, teve um desentendimento com o tio (Ricardo César Bastos, de 31 anos).

Por isso, ele conseguiu uma arma e à noite voltou para a casa, onde chamou a vítima e em seguida efetuou os disparos. Como havia um mandado de prisão temporária (30 dias), o rapaz foi encaminhado à cadeia pública de Pompeia.

TRIBUNAL DO CRIME - O delegado Valdir Tramontini também informou que o laudo do IML (Instituto Médico Legal) não apontou vestígios de estupro (foi "inconclusivo") no caso da jovem que teria sido molestada pelo empresário Rodrigo Maniscalco.

Rodrigo: morte violenta

Este teria sido o motivo da "condenação" dele no "tribunal do crime" de uma facção criminosa. Rodrigo foi morto com requintes de crueldade: foi agredido a tijoladas e teve o corpo jogado num precipício ao lado da favela Argollo Ferrão. Diante disso, foi arquivado o inquérito que tramitava pela Delegacia de Defesa da Mulher sobre o crime de estupro.

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