Prefeitura de Marília quer arrecadar pelo menos R$ 7,1 milhões em leilão de áreas públicas

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A Prefeitura de Marília marcou para o dia 16 de novembro o leilão de oito terrenos públicos localizados em diferentes bairros da cidade. A expectativa é arrecadar pelo menos R$ 7.099.523,25, valor correspondente à soma dos preços mínimos estabelecidos para os imóveis.

A venda será realizada pela internet, por meio da plataforma Beedz, onde os interessados poderão consultar o edital, as imagens e as características de cada terreno. No site estão disponíveis as informações sobre os terrenos, incluindo localização, matrícula imobiliária, avaliação e condições de participação. A arrecadação efetiva dependerá da venda dos imóveis e dos valores alcançados durante o leilão.

A medida foi autorizada pela Câmara Municipal em junho deste ano, por meio de Lei Municipal. Na época, a proposta encaminhada pelo Executivo previa a venda de 10 áreas públicas, com estimativa de arrecadação de R$ 25,6 milhões. Agora, nesta etapa, serão oferecidos oito imóveis.

Confira os terrenos e os preços mínimos:

Localização

Valor mínimo

Jardim Veneza

R$ 232.616,25

Residencial Terras da Fazenda

R$ 950.475,00

Residencial Reserva Esmeralda

R$ 925.462,50

Villa Flora Aquárius

R$ 1.460.730,00

Vida Nova Maracá II

R$ 2.146.072,50

Residencial Montana — área 1

R$ 282.641,25

Residencial Montana — área 2

R$ 51.525,75

Residencial Montana — área 3

R$ 1.050.000,00

O imóvel de maior valor fica no Residencial Vida Nova Maracá II, com lance mínimo de aproximadamente R$ 2,1 milhões.

No site da leiloeira estão os oito imóveis que foram colocados à venda pela Prefeitura.

Como será utilizado o dinheiro?

Segundo a Prefeitura, os recursos obtidos com a venda deverão ser destinados prioritariamente a investimentos em infraestrutura, aquisição de bens públicos, modernização administrativa e conservação, ampliação e melhoria do patrimônio municipal.

A legislação também permite a aplicação dos valores em projetos e ações de interesse público previstos no orçamento.

Quando encaminhou o projeto à Câmara, a administração municipal justificou que a alienação das áreas permitiria viabilizar investimentos e melhorias para a população.

 









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