Morte de professora tem protesto contra violência em Marília

Compartilhe:




A manifestação durou cerca de duas horas e teve por objetivo chamar a atenção para os casos de violência contra a mulher. Também houve passeata pelo centro da cidade.

A morte da professora Elizabeth Aparecida Ribeiro, de 34 anos, que está completando uma semana, foi lembrada nesta tarde (17) com um protesto em Marília. Um grupo de lideranças, entre ativistas, representantes de entidades de classe e colegas de Elizabeth, se reuniu no centro da cidade, realizando inclusive uma passeata. Ela foi morta a facadas e o único suspeito (o seu namorado) continua foragido.

O crime ocorreu na semana passada e revoltou a cidade. Elizabeth estava em seu apartamento, na zona norte e, por motivos que ainda estão sendo apurados, foi atacada a golpes de faca pelo seu namorado, Jefferson Carlos da Silva, um mototaxista de 28 anos. Logo depois do crime, ele ainda passou na casa dos pais, confessou o crime e depois desapareceu.

Existe uma verdadeira "caçada", mobilizando inclusive policiais de outros Estados. É que ele tem um irmão gêmeo que mora em Santa Catarina e não está descartada a hipótese dele ter fugido para o Sul do país.

Jefferson (esq.) é acusado de matar Elizabeth.

PROTESTOS - Os manifestantes se reuniram na "ilha" da rua 9 de Julho, em frente a Galeria Atenas, muitas delas vestidas de preto ou lilás, e depois percorreram as ruas da área central da cidade, escoltados por agentes de trânsito.

O objetivo foi chamar a atenção para o fim da violência contra mulher (citando a professor Elisabeth) defesa da Lei Maria  Penha e também incentivar as mulheres a recorrer à justiça e poder publico.

Veja também:

Rapaz acusado de matar professora em Marília permanece foragido







Receba nossas notícias no seu celular: Clique Aqui.
Envie-nos sugestões de matérias: (14) 99688-7288


Desenvolvido por StrikeOn.