O rapaz acusado de matar a professora Elizabeth Aparecida Ribeiro, de 34 anos, permanece foragido, pelo menos até às 10h de hoje (11), conforme apurou o portal
Visão Notícias junto às polícias Civil e Militar. O acusado seria Jefferson Carlos da Silva, um mototaxista de 28 anos que tem um irmão gêmeo que mora em Santa Catarina. Por isso, as investigações também estão concentradas naquele Estado.
O crime ocorreu ontem, no começo da tarde, em um condomínio de apartamentos na rua Santos Dumont, zona norte de Marília. A professora, que trabalhava na EMEF (ensino fundamental) Américo Capelozza, localizada no bairro Palmital, levou 10 facadas e foi encontrada morta no interior do imóvel.
Corpo da professora é levado para o IML.
O suspeito fugiu gritando que iria se matar. Ele foi visto numa moto e surgiram informações de que chegou a ir até a sua casa (na vila Altaneira) onde confessou o crime aos familiares e depois desapareceu.
Surgiram informações de que ele teria se jogado de uma ribanceira na favela da vila Barros, mas a polícia descartou essa hipótese, mesmo porque a moto usada na fuga ainda não foi encontrada.
Por isso, a linha de investigação da polícia é de que o rapaz está vivo e escondido possivelmente na casa de algum amigo, familiar ou mesmo fora da cidade nessa tentativa de fugir das equipes policiais.
RELACIONAMENTO
De acordo com a polícia, o casal vivia junto há 1 ano e, até então, não havia nenhum boletim de violência doméstica registrado. Mas, Jefferson já teria se envolvido num caso de violência doméstica contra outra mulher, há alguns anos.
O corpo da professora Elizabeth Aparecida Ribeiro está sendo velado no Velório Municipal de Lins e o sepultamento será às 16h, no Cemitério de Cafelândia.
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