Corpo de Bombeiros controla incêndio no prédio da antiga CMN em Marília

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Após quase três anos de um fim melancólico de um dos maiores grupos de comunicação em Marília, o prédio da antiga CMN (Central Marília Notícias) foi atingido por um incêndio na noite deste sábado. O fogo só foi controlado há pouco, após cerca de duas horas de intenso trabalho do Corpo de Bombeiros. A perícia está neste momento (23h45) avaliando as possíveis causas. 

O fogo começou por volta das 22h e se alastrou pelo térreo e os dois andares do imóvel e como havia uma grande quantidade de material inflamável, inclusive muitos documentos da empresa, as equipes do Corpo de Bombeiros tiveram muitas dificuldades para controlar as chamas.

O prédio está localizado na rua Coronel Galdino, bem no centro da cidade. Embora o atual proprietário tivesse lacrado praticamente todo o acesso, com paredes de blocos, ainda ficou uma porta com vidro, que dava acesso à antiga gráfica. 

Testemunhas disseram ao Visão Notícias terem visto que o vidro havia sido estourado. Há suspeita de que andarilhos ou mesmo viciados em drogas teriam entrado no prédio e possivelmente ateado fogo.

Foram mobilizadas quatro equipes de combate à incêndio, além de resgate e comando área, com 16 integrantes. Uma das preocupações foi evitar que as chamas atingissem imóveis vizinhos. Apesar dos estragos, não há informações de pessoas feridas. 

Os Bombeiros tiveram muita dificuldade para acessar os andares superiores do prédio em virtude da grande quantidade de material abandonado.

É que desde a operação Miragem da Polícia Federal, que lacrou o grupo, documentos (inclusive os chamados "arquivos mortos") e materiais que eram usados pelos funcionários, foram atingidos pelas chamas. 

Segundo incêndio  -  Esta não é a primeira vez que o prédio do grupo CMN é atingido por um incêndio. Em setembro 2005, três homens e uma mulher invadiram o local, espancaram o vigia e atearam fogo no local.

Instalações do jornal Diário e das rádios Dirceu e Diário FM foram destruídos. Três pessoas foram condenadas pelo crime.

Confira o vídeo:

 







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