Casos de dengue em Marília caem 99,4% no primeiro bimestre deste ano

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A cidade de Marília fechou o mês de fevereiro com queda expressiva nos casos de dengue em comparação com o mesmo período de 2025. Conforme balanço divulgado pela Secretaria Estadual da Saúde (Painel de Arbovirozes), nas primeiras oito semanas de 2025 foram confirmados apenas 23 casos da doença contra 4.115 no mesmo período do ano passado. Isso representa uma queda de 99,4%.

De acordo com o balanço estadual, até o final de fevereiro, além dos 23 casos confirmados (nenhum paciente em estado grave ou de alarme), a Secretaria Estadual da Saúde não havia registrado nenhum óbito na cidade (no mesmo período do ano passado nove pessoas já haviam morrido por causa da doença).

Existem 158 casos em investigação (aguardando resultado dos exames), 181 que ainda são considerados suspeitos (não colheram exames) e 273 exames descartados.


Comparativo entre as oito primeiras semanas de cada ano: redução acima de 99% no número de casos da doença.

Já os números do primeiro bimestre de 2025 foram bem diferentes. Além dos casos confirmados (4.115) e de mortes (nove) a cidade tinha 215 pacientes em situação de alarme e 21 graves. Só lembrando que durante todo o ano passado Marília registrou 14.476 casos confirmados em 37 mortes.
 
Mobilização continua
 
De acordo com a assessoria de imprensa, essa redução no número de casos se deve às ações que estão sendo desencadeadas de forma preventiva, como a vacinação, eliminação de criadouros de casa em casa e até a criação de uma brigada de servidores para “vigiar” os prédios públicos, ou seja, eliminando objetos que possam acumular água e servir de criadouros.

Além disso, outra estratégia é a retirada das ruas de veículos abandonados que também possam servir como focos do mosquito Aedes aegypti.
 
Apesar dessa redução drástica na quantidade de casos, a Secretaria Municipal da Saúde alertou que a população também precisa fazer a sua parte, ou seja, eliminar recipientes e verificar vasos de plantas e ralos, mesmo porque grande parte dos criadouros estão dentro das residências.  






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