Após 50 anos de funcionamento, orelhões são retirados. Em Marília serão removidos 199 aparelhos

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O ano de 2026 simboliza o encerramento definitivo de um dos maiores ícones da comunicação brasileira nos últimos 53 anos: os orelhões. Apesar de praticamente fora da rotina da população, os antigos telefones públicos ainda seguem presentes em diversas cidades. Só em Marília, são 199 equipamentos que serão retirados, a exemplo do que ocorrerá em todo o país.

Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), 38 mil aparelhos ainda permanecem no território nacional.  A retirada começa agora porque, no ano passado, acabaram as concessões do serviço de telefonia fixa das cinco empresas responsáveis pelos aparelhos.

Quase indispensáveis no passado, os orelhões se tornaram praticamente obsoletos com a popularização dos celulares.

Na região, Tupã é a cidade com maior número (75), seguida de Assis (68), Ourinhos (58) e Garça (56). Em Pompeia, serão retirados 18 equipamentos enquanto que em Quintana, 15, o mesmo número de Vera Cruz. Já em Bauru, 213 aparelhos serão retirados.

A extinção dos aparelhos não será imediata em todos os locais. Em janeiro, começa a remoção em massa de carcaças e aparelhos desativados.

Os orelhões só devem ser mantidos em cidades onde não há rede de celular disponível. E só até 2028.

Como contrapartida pela desativação, a Anatel determinou que as empresas devem redirecionar seus recursos para investimentos em redes de banda larga e telefonia móvel, tecnologias que hoje dominam a comunicação no país.






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