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- Marília/SP

Postado em 31/03/2020 às 17:30

Grupo de vereadores boicota sessão e planos de carreira não são votados

  • Cadeiras vazias: apenas quatro vereadores comparecem à sessão

Com a presença de apenas quatro vereadores (eram necessários no mínimo sete), a Câmara Municipal não conseguiu realizar nesta tarde a sessão extraordinária para discussão e votação dos planos de carreira da Prefeitura, DAEM e IPREMM. 

Marcos Rezende: nova sessão vai depender dos vereadores ausentes.

motivo foi uma manobra do grupo de havia apresentado documento ao prefeito Daniel Alonso pedindo o adiamento dessa discussão, alegando que a preocupação maior no momento seria a pandemia do coronavírus.

O presidente do Legislativo, Marcos Rezende, informou há pouco (17h20), ainda no transcorrer da extraordinária, que só irá marcar uma nova sessão se for procurado pelos vereadores que obstruíram os trabalhos.

A assessoria de imprensa da Prefeitura informou que por enquanto o prefeito Daniel Alonso não vai se manifestar sobre o boicote à votação dos projetos.

Como foi

A sessão estava marcada para às 16h, mas em plenário estavam presentes apenas o presidente Marcos Rezende, Cícero do Ceasa, professora Daniela e Danilo da Saúde.

Cícero do Ceasa protestou: "acabaram com um sonho".

Ao abrir os trabalhos, a presidência informou que dois dos faltosos (Mário Coraíni e Luiz Eduardo Nardi) já haviam apresentado atestado médido na sessão anterior que estavam no grupo de risco do Covid-19. 

Os demais vereadores haviam assinado o documento pedindo para que os projetos não fossem votados.]

Obstruíram a sessão: José Carlos Albuquerque (liderou o movimento), Evandro Galete, João do Bar, José Luiz Queiroz, Marcos Custódio, Maurício Roberto e Delegado Wilson Damasceno. Aliás, além da ausência em plenário, também não haviam sido elaborados os pareceres das matérias. 

O vereador Cícero do Ceasa ficou revoltado com a decisão desses colegas. "Acabaram com um sonho", afirmou. Os planos entrariam em vigor somente em abril do ano que vem, mas precisavam ser votados antes do dia 3 de abril para cumprir o que estabelecia a legislação eleitoral. Na sessão também deveria ser votado o substituto ao projeto do plano de carreira do Legislativo, apresentado pela presidência.

 

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