A diretoria da Associação Comercial e Industrial de Marília está preocupada com o baixo número de postos de vendas das cartelas para a utilização das vagas rotativas de estacionamento na chamada “Zona Azul”, no centro comercial da cidade. Isto quer dizer, segundo os dirigentes da associação comercial, que os consumidores encontrarão dificuldades na compra das cartelas.
“Temos apenas 40 postos de vendas”, lamentou Adriano Luiz Martins. “O desejo era termos duas lojas por quadra”, acrescentou o dirigente ao lembrar que o trabalho na venda das cartelas é voluntário por parte dos lojistas. “O comerciante quer colaborar e agregar a cartela ao atendimento na loja”, falou na esperança de ver este número crescer ainda mais.
Dos 40 postos de vendas das cartelas da Zona Azul ao preço de R$ 1,50 cada, são: 03 na Avenida Sampaio Vidal; 03 na Rua Coronel Galdino; 07 na Rua 9 de Julho; 04 na Rua Prudente de Moraes; 06 na Rua Quatro de Abril; 03 na 15 de Novembro; 10 na Rua São Luiz, e apenas um posto de venda nas ruas: Armando Sales, Campos Sales e Avenida Tancredo Neves.
Para Adriano Luiz Martins houve pouco tempo de conscientização e de estruturação. “Seria preciso mais tempo para buscar mais postos de vendas e ao mesmo tempo simplificar a relação entre o lojista que vender as cartelas com a Emdurb”, comentou o dirigente da associação comercial que produziu cartaz, material de divulgação, placa de sinalização, e disponibilizou pessoal, para os “apenas” 40 postos de vendas disponíveis.
“Na Rua São Luiz, que não tem Zona Azul é onde se encontra o maior número de lojas com vendas de cartelas disponíveis”, destacou o dirigente ao parabenizar os comerciantes daquele corredor comercial pela iniciativa.
“O consumidor tem que ter estímulo para visitar as lojas e não aborrecimento”, frisou ao lembrar do valor da multa da Zona Azul ser de R$ 127,69 e causa a perda de cinco pontos na Carteira de Habilitação.
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