WhatsApp: polícia alerta para golpes e ataques

Homem perde R$ 2 mil na região após confiar em pedido de suposto amigo. Veja como evitar ataques;
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Um dos aplicativos mais baixados no País, o WhatsApp se tornou uma das principais ferramentas de comunicação e até mesmo de trabalho, já que possibilita a comunicação via celular por meio de mensagens gratuitas. Mas, a ferramenta também tem chamado a atenção de hackers e estelionatários, o que exige cada vez mais cuidado e atenção aos usuários.

Na semana passada, em Bauru, um analista de sistema de 42 anos denunciou à Polícia Civil ter perdido R$ 2 mil, após atender a um pedido de depósito de um suposto amigo feito pelo aplicativo. Em contato físico com o colega, ele confirmou a suspeita de um possível golpe, já que o amigo negou ter solicitado qualquer quantia. O caso foi registrado como estelionato e um inquérito foi instaurado.

Especialistas alertam para os chamados “Trojans” (softwares maliciosos) que se instalam facilmente no aparelho (seja celular ou tablet) para conseguir dados e senhas. Isso ocorre quando o internauta clica em links duvidosos. A partir daí, começa a mandar mensagens e arquivos para os seus contatos, seja pelo Whats(App) ou Facebook.

DESCOBERTA - Geralmente, o dono do celular infectado fica sabendo do problema ao ser avisado por terceiros, que duvidam dos conteúdos recebidos. “Mas as mensagens enviadas automaticamente pelo malware ficam todas na conta da pessoa. Então é possível descobrir com facilidade se o seu aparelho está enviando, basta estar atento e não agir com negligência”, observa o advogado José Antônio Milagre (especialista em crimes virtuais).

Ela aponta que, especificamente no caso do WhatsApp é solicitado um código durante a instalação, o que ajuda a evitar fraudes. “Na hora da migração de aparelho, ocorre o bloqueio de qualquer outra conta no mesmo número”, cita.

COMO AGIR - Ao perceber que o seu aparelho foi infectado, a primeira atitude a ser tomada após a invasão ser descoberta é alertar todos os seus contatos que sua conta foi invadida e pedir para que desconsiderem tudo o que for enviado.

O segundo passo é cancelar serviços que possivelmente possam ter sido ativados em suas contas com uso de dados presentes no celular. Por último, o usuário deve formatar seu equipamento com ajustes de fábrica e atualizar sua proteção, com antimalware ou antivírus. (Informações: JC NET).

 

 























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