A viúva de Robin Williams contou nesta terça-feira (3) que o ator americano, que se suicidou em agosto de 2014, sofria de demência com corpúsculos de Lewy (DCL), uma doença neurodegenerativa que altera o estado de ânimo, os movimentos e causa alucinações.
"A depressão não matou Robin. A depressão foi um dos 50 sintomas que ele padecia", explicou Susan Schneider à revista "People".
"Vivíamos um pesadelo", prosseguiu a ela em outra entrevista concedida nesta terça-feira à emissora americana ABC.
Schneider também contou que Williams sabia perfeitamente que "estava perdendo a cabeça". Ele tentava lidar com isso, mas no último mês tudo desabou. "É como se a represa tivesse se rompido", descreveu.
Na noite anterior à morte, Susan o viu tranquilo. Ela entrou duas vezes em seu quarto e numa delas estava com um iPad na mão. "Pensei que era um bom sinal", reconheceu. Depois desejaram boa noite um ao outro. Foi a última vez que o viu com vida.
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