Destinos tradicionais do turismo internacional, como Europa e Estados Unidos, estão se tornando novamente roteiros acessíveis ao brasileiro. A Argentina, que já era uma opção de viagem barata, ficou ainda mais em conta a partir deste ano. E a África do Sul, destino que era considerado exótico e caro, agora pode caber no seu orçamento.
O câmbio é a principal variável que interfere no custo das viagens internacionais. A moeda brasileira, aos poucos, está se recuperando de um período de forte desvalorização, provocado principalmente pela crise econômica e pela incerteza política que o Brasil atravessou nos últimos três anos.
Mesmo após o salto nas taxas no mês de maio, provocado pela delação dos empresários da JBS contra o presidente Michel Temer, algumas moedas já estão mais baratas do que no ano passado. O dólar turismo, que chegou a superar os R$ 4 em 2015, agora já está na casa dos R$ 3,30. O mesmo recuo foi observado no euro e em outras moedas. Em outras palavras, ficou mais barato viajar para os Estados Unidos ou para a Europa, simplesmente pelo efeito do câmbio.
Uma viagem de sete dias para conhecer os principais pontos turísticos de Portugal na Agaxtur custava R$ 3.845 por pessoa em 2016, com hoteis e passeios inclusos, mas sem passagens aéreas. Agora, a mesma viagem está quase 10% mais em conta, saindo por R$ 3.471.
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