Vendas dos supermercados caem 2,73% em 2016

Supermercados registram o pior resultado desde 2007
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O Faturamento Real dos supermercados no Estado de São Paulo (deflacionado pelo IPS/FIPE) no conceito de mesmas lojas – consideram as lojas em operação no tempo mínimo de 12 meses – registrou queda de 2,73% no período de janeiro a dezembro de 2016 em relação ao mesmo período do ano anterior.

Em dezembro, a queda foi de 1,39% em relação a dezembro de 2015, e na comparação com novembro de 2016, a alta foi de 22,79%.

No conceito de todas as lojas – consideram todas as lojas criadas no período pesquisado – houve queda de -1,95% em 2016. Em dezembro, a alta foi de 2,71% em relação a dezembro de 2015, e de 24,34% em relação a novembro. Ao longo de 2016, as vendas caíram expressivamente quando comparadas a 2014 e 2015, diante de um cenário econômico que contemplou uma inflação mais elevada ao longo do primeiro semestre, atrelado ao aumento no desemprego e a consequente queda no rendimento das famílias.

Vale ressaltar que as vendas tiveram uma queda inferior se comparada a outros setores, diante de promoções realizadas pelos supermercados, o que impacta diretamente na margem e nos resultados das empresas supermercadistas, o que não é saudável neste cenário de crise econômica mais prolongada, já quem, em 2015, o resultado do setor de supermercados também foi negativo.

Para este ano, a expectativa é de recuperação lenta da economia brasileira, o que trará impactos positivos nas vendas dos supermercados. Isso porque, em um ambiente com melhora na atividade econômica, com reflexos na geração de emprego, a renda das famílias tende a subir, o que pode ser revertido em mais consumo das famílias, o que incluir os supermercados.







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