Vendas do comércio recuam 1%

Essa é a sexta queda consecutiva do varejo, segundo o IBGE.
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Pelo sexto mês consecutivo, as vendas do varejo brasileiro recuaram. Em julho, na comparação com junho, a baixa foi de 1%, a maior, considerando o mês, desde 2000, quando teve início da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (16).

Em relação ao mesmo mês de 2014, a retração foi ainda maior, de 3,5%. No ano, as vendas acumulam queda de 2,4% - a quinta taxa negativa e o pior resultado desde março de 2003, quando a baixa foi de 6,1%. Nos últimos 12 meses, o índice acumula queda de de 1%.

De junho para julho, a maioria dos segmentos do varejo registrou queda, com destaque para equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-5,5%) e móveis e eletrodomésticos (-1,7%).

Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que têm maior peso no indicador, teve queda igual à média nacional, de 1,0%. Segundo o IBGE, pesaram nesse resultado os salários menores e o aumento dos preços de alimentos.

Ao considerar o comércio varejista ampliado, que inclui as vendas de veículos e material de construção, o volume de vendas cresceu 0,6%.





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