Como já havia sido previsto por empresários do setor, boa parte dos postos em Marília amanheceu hoje (25) sem ter o que vender nas bombas. Naqueles onde ainda haviam combustíveis logo nas primeiras horas da manhã já eram registradas grandes filas. Se não receberem novos carregamentos, o risco de acabar totalmente hoje é
grande.
A expectativa fica por conta de como será a definição dois caminhoneiros com relação a um possível acordo anunciado pelo governo firmado ontem à noite com os representantes dos caminhoneiros e que prevê a paralisação será suspensa por 15 dias.
Posto na rua XV de Novembro, próximo ao centro: também sem estoque
Em troca, a Petrobras mantém a redução de 10% no valor do diesel nas refinarias por 30 dias, enquanto o governo costura formas de reduzir os preços. A Petrobras ,antém o compromisso de custear esse desconto, estimado em R$ 350 milhões, nos primeiros 15 dias. Os próximos 15 dias serão patrocinados pela União.
O governo também prometeu uma previsibilidade mensal nos preços do diesel até o fim do ano, sem mexer na política de reajustes da Petrobras, e vai subsidiar a
diferença do preço em relação aos valores estipulados pela estatal a cada mês.
Na avenida Castro Alves: mais um sem abastecimento.
Mas, pelas redes sociais, as lideranças garantiram que o movimento vai prosseguir. Isso porque o acordo não foi aceito por todas as entidades que representam o setor (foram nove das 11 presentes).
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que ainda não registra nenhuma desmobilização de pontos de manifestação de caminhoneiros nas rodovias do país. É o que acontece em diferentes pontos de Marília e região.

Donos de veículos "procuram" postos para conseguir abastecer nesta sexta-feira.
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