Apesar da queda de 1,3% em novembro no comparativo com o mesmo período de 2014, o varejo na região de Marília apresentou o segundo melhor resultado do Estado de São Paulo, registrando o faturamento real de R$ 934,4 milhões. No acumulado de janeiro a novembro, a retração também foi de 1,3%, o que representa uma
perda de R$ 130 milhões na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP).
Setor de farmácias foi destaque regional
Entre os nove segmentos pesquisados, cinco apresentaram desempenho positivo em novembro em relação ao mesmo período de 2014. Destaques para os setores de supermercados (12,9% e contribuição de 4,4 pontos porcentuais para o resultado geral) e de farmácias e perfumarias (14,7% e 0,8 p.p.).
Entretanto, as altas registradas no mês não foram suficientes para impulsionar o comércio na região, já que os outros quatro setores apontaram retrações nas vendas acima de 20%: lojas de vestuário, tecidos e calçados (-28,1%) e de concessionárias de veículos (-20,8%).
A Federação ressalta que, apesar do comércio regional ter sido o único do Estado em que a maioria dos setores cresceu na comparação anual, os segmentos de duráveis e semiduráveis seguem a tendência estadual de quedas acentuadas nas vendas, motivadas por recessão econômica, crédito escasso e aumento do desemprego, que abateram o poder de compra das famílias.
Supermercados: crescimento de 12,9%
Desempenho estadual - O faturamento real do comercio varejista do Estado de São Paulo atingiu R$ 46,8 bilhões em novembro, queda de 10,1% na comparação com o mesmo mês de 2014 e R$ 5,3 bilhões abaixo do valor alcançado em novembro de 2014. Este foi o menor faturamento para o mês desde 2009. Já no acumulado dos 11 meses de 2015, o varejo paulista obteve retração de 6,5%, o que representa uma redução de R$ 34,2 bilhões nas vendas.
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