Criminosos levaram diversas armas de coleção, dinheiro e joias. Monitoramento da polícia identifica carro usado no roubo.
Um dia depois de completar 75 anos, uma psicóloga foi rendida e amarrada por criminosos durante um assalto à sua residência, na Vila Willians, em Garça. O crime ocorreu na manhã deste domingo (6) e agora imagens de câmeras de segurança ajudam a polícia a tentar identificar e localizar os envolvidos.
A vítima estava sozinha quando três homens vestidos de preto, com toucas e luvas, invadiram o imóvel. Ela teve mãos e pernas presas com abraçadeiras plásticas, foi amordaçada e permaneceu sob o domínio dos assaltantes por aproximadamente 40 minutos.
Segundo o registro policial, os criminosos perguntavam insistentemente pelo marido da vítima, por um suposto cofre e pelas armas existentes na residência, o que levantou a suspeita de que pudessem ter informações prévias sobre a rotina e os bens da família. Durante o roubo, uma das espingardas chegou a ser utilizada para ameaçar a psicóloga.
Foram levadas, conforme o levantamento preliminar, 16 espingardas legalmente registradas, US$ 2 mil (dólares), € 1 mil(euros), dois relógios Rolex, um relógio Patek Philippe de ouro e um iPhone. A relação completa dos bens ainda estava sendo conferida.
Após a fuga, a vítima conseguiu pedir socorro e foi encontrada pela Polícia Militar trancada em um quarto. Ela foi encaminhada para atendimento médico e apresentava marcas das amarras nos pulsos.
Câmeras ajudam a seguir o caminho dos criminosos
Imagens de uma residência vizinha mostraram um Chevrolet branco chegando à região e três homens descendo do veículo antes do crime.
A partir daí, sistemas de monitoramento passaram a auxiliar as diligências. Câmeras municipais registraram um veículo com características semelhantes nas proximidades da Fatec.
Posteriormente, um carro com a mesma placa também teria sido identificado em Bauru por sistemas de monitoramento policial, segundo as informações repassadas aos investigadores.
Há ainda a suspeita de participação de uma quarta pessoa, já que, conforme o relato da vítima, os assaltantes mantinham contato telefônico frequente com alguém durante a ação. O caso é investigado pela Polícia Civil.
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