A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que tem como integrante o mariliense Dias Toffoli, vai julgar, na próxima terça-feira (26), um recurso da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para suspender os efeitos de sua condenação – pedido que, se aceito, deve resultar na liberdade de Lula.
No recurso, os advogados pedem que a suspensão dure enquanto os demais recursos em andamento não forem analisados. A Segunda Turma é composta pelos seguintes ministros: Ricardo Lewandowski, Celso de Mello, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Edson Fachin.
Os três ministros que votaram pela absolvisão de Gleisi Hoffmann
A Segunda Turma é a mesma que, na terça-feira (19), absolveu a senadora Gleisi Hoffmann, presidente do PT, das acusações de corrupção, lavagem de dinheiro e caixa dois eleitoral. O ex-ministro Paulo Bernardo, marido dela, e o empresário Ernesto Kugler, amigo do casal, também foram absolvidos.
No julgamento de Gleisi, Fachin (relator da ação) e Celso de Mello (revisor) votaram pela absolvição nas acusações de corrupção e lavagem de dinheiro, mas pela condenação por crime de caixa dois.
Os outros três ministros – Lewandowski, Gilmar e Dias Toffoli – votaram pela absolvição de todos os crimes.
Com exceção de Fachin, todos os ministros da Segunda Turma votaram contra a execução de prisão em segunda instância, em abril, no julgamento de um habeas corpus preventivo pedido por Lula.
O resultado desse julgamento – que ocorreu no Plenário e terminou com placar de 6 a 5 contra o habeas corpus – abriu caminho para a decretação da prisão do ex-presidente.
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