Turismo: encontro de Prefeitos tenta conseguir votação do MIT ainda este ano

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O prefeito de Garça, João Carlos dos Santos, aproveitando sua agenda em São Paulo, está representando a região de Marília em reuniões para tentar conseguir a votação, ainda neste ano, pela Assembleia Legislativa, do projeto que inclui 43 cidades que faltam para completar os 140 municípios que irão compor o  MIT - Município de Interesse Turístico. Ele representa também a cidade de Marília que faz parte dessa lista.

A primeira reunião ocorreu ontem à tarde e o próximo está previsto para esta quarta-feira (28) às 15h, onde a data da votação no plenário da ALESP deve ser definida. No encontro de ontem, participaram o autor da lei dos MIT e presidente da FREMITUR (Frente Parlamentar dos Municípios de Interesse Turístico), Deputado João Caramez, além de representantes de outras entidades ligadas ao setor, como AMITESP (Associação dos Municípios de Interesse Turístico do Estado de São Paulo) e AMITUR (Associação dos Municípios de Interesse Cultural e Turístico), além de alguns dos prefeitos das cidades beneficiadas.

LIBERAÇÃO DE RECURSOS 

Prefeitos tentam conseguir a votação do MIT ainda neste ano.

No começo desta tarde, o secretário de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico deMarília, Cássio Luiz Pinto Junior, defendeu a votação do projeto ainda neste ano, mas acha muito difícil que os municípios recebam já a verba que cada cidade teria direito (R$ 595 mil) mesmo porque após a tramitação na Assembleia Legislativa ainda é preciso que as Prefeituras apresentem os projetos nos órgãos responsáveis pelas avaliações técnicas.

"No caso de Marília, o projeto de criação da Praça do Mirante já está na secretaria estadual de Turismo. Mas, é preciso votar esse projeto de criação do MIT. Mesmo que isso ocorra antes do recesso, nossa expectativa é de que a tramitação dos projetos e a liberação dos recursos só ocorram no ano que vem", afirmou Cassinho.

Mesmo assim, considera válida a "pressão" junto aos deputados porque, se deixar para 2019 (quando assumem os novos parlamentares, eleitos em outubro), há o risco de demorar novamente essa tramitação e prejudicar as 43 cidades que irão apresentar os seus projetos na área de turismo e que dependem dessa verba do Estado.

 









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