Duzentos e trinta e seis candidatos foram presos em flagrante em todo o país até a noite deste domingo (2), informou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por volta das 21h45. Os nomes e os partidos dos detidos não foram informados pela Justiça Eleitoral. Em Marília, nenhuma prisão foi divulgada.
Deste total, 177 candidatos foram presos por realizarem boca de urna, 16 por divulgarem propaganda não-permitida, 11 por transporte ilegal de eleitores, 22 por corrupção eleitoral e 9 por motivos não informados.
Minas Gerais foi o estado com mais prisões de candidatos: 59. Seguido por Santa Catarina (23) e Paraná (21). Ainda de acordo com o TSE, também foram registradas ocorrências com outros 147 candidatos, mas sem prisão. Em entrevista a jornalistas, o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, disse que o pleito ocorreu com "normalidade" e "paz". O tribunal informou ainda que 1.726 eleitores foram presos por irregularidades cometidas próximo às zonas eleitorais.
Entre os motivos, estão uso de alto-falante (5 prisões), boca de urna (1.010 prisões), divulgação de propaganda (143 prisões), transporte ilegal de eleitores (84 prisões), corrupção eleitoral (166 prisões) e outros motivos (316 prisões).Houve ainda, conforme o TSE, outras 1.705 ocorrências nos municípios envolvendo eleitores, mas sem resultar em prisão. Um dos motivos foi o fornecimento ilegal de alimento.
Os dados foram os últimos divulgados pelo TSE neste domingo e os números poderão aumentar, conforme novas informações sejam prestadas pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) nos próximos dias.
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