Passados três anos do colapso no reservatório da Vale, as autoridades afirmam que não há data prevista para encerramento dos trabalhos de buscas e identificações.
A tragédia provocou a morte de 270 pessoas, em janeiro de 2019. Seis famílias, ainda aguardam notícias sobre parentes também levados pela onda de rejeitos que cobriu uma área de 3 milhões de metros quadrados, o equivalente a 420 campos de futebol. Continuam desaparecidos:
Tiago Tadeu Mendes da Silva, de 34 anos que trabalhava como mecânico industrial na Vale. Ele estava no refeitório da mina no momento em que barragem se rompeu e deixou dois filhos pequenos.
Luís Felipe Alves, de 30 anos, que era engenheiro de produção e trabalhava em Brumadinho há pouco mais de três meses, no setor administrativo da Vale
Nathália de Oliveira Porto Araújo, de 25 anos, estava no refeitório quando a barragem se rompeu.
Maria de Lurdes da Costa Bueno, de 59 anos, passava as férias com a família na Pousada Nova Estância e o imóvel acabou soterrado pela lama.
Olímpio Gomes Pinto, de 56 anos. Ele trabalhava para uma empresa terceirizada que prestava serviços à mineradora.
Cristiane Antunes Campos, de 34 anos, sendo 10 dedicados à Vale.
A procura em meio ao rejeito foi suspensa temporariamente em meados deste mês devido às fortes chuvas que caíram sobre a região de Brumadinho. O Corpo de Bombeiros acredita que o trabalho será retomado no próximo dia 8 de fevereiro, após revisão do plano de ação.
Atualmente, os agentes usam máquinas pesadas e esteiras gigantes para remover a terra e analisar cada grama do material espalhado na área.
Envie-nos sugestões de matérias: (14) 99688-7288







