Tragédia com avião da Chape completa um ano

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Nesta terça-feira (27), a maior tragédia aérea do esporte mundial está completando um ano. Setenta e uma pessoas morreram, entre jogadores, membros da comissão técnica e da diretoria da Chapecoense, jornalistas, convidados e tripulantes. Seis pessoas sobreviveram. Já são 12 meses de dor e saudade.

A classificação da Chapecoense para a final da Copa Sul-Americana, em 2016, foi um momento único do clube, dos jogadores, da cidade inteira. Alegria que terminou no voo para a primeira partida da decisão, contra o Atlético Nacional, de Medellín.

O avião caiu pouco antes de chegar ao aeroporto de Rio Negro, na Colômbia. A tragédia da Chapecoense comoveu o mundo todo. O acidente comoveu o mundo.

Um ano depois, muitas famílias envolvidas na tragédia de medellin seguem vivendo em Chapecó. A história da cidade se confunde com a do time onde em todos os cantos, de algum jeito, a história é relembrada. Há algumas semanas, quase todas as famílias envolvidas na tragédia se encontraram em Chapecó para receber a medalha de honra ao mérito desportivo. 

Duas associações de familiares das vítimas foram criadas para ajudar nos processos jurídicos e na questão das indenizações -- um processo longo que envolve três países, com legislação diferente. 

Três pessoas cumprem prisão domiciliar: o ex-diretor da Lamia, Gustavo Vargas Gamboa, o filho dele, Gustavo Vargas Villega, que era o chefe de registro de licenças da direção-geral de aeronáutica civil da Bolívia.

E Joons Miguel Teodovich - ex-supervisor de tráfego aéreo, que estava de plantão no dia do acidente. Documentos demonstraram que o avião caiu por pane seca - ou seja, faltou combustível.





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