Traficante pouco criativo acaba preso em Marília

Em vez de esconder em malas, jovem decidiu guardar tabletes de cocaína na cintura, segurando apenas com a calça.
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As chamadas "mulas" do tráfico estão cada vez mais criativas, ou seja, fazem de tudo para tentar despistar a polícia. Mas, um rapaz de 20 anos, tentou usar uma forma no mínimo curiosa e desajeitada para esconder dois tabletes de cocaína: na própria cintura, usando a calça como forma de segurar a droga.

A apreensão foi na manhã desta segunda-feira (11), na rodovia do Contorno, na base da Polícia Rodoviária Estadual em Marília. Os policiais do TOR (Tático Ostensivo Rodoviário) estavam em operação quando interceptaram um ônibus que fazia o itinerário Campo Grande -MS x Belo Horizonte, com 34 passageiros.

Não foi difícil para os patrulheiros encontrara  droga.

A rotina é sempre entrar no ônibus, ir conversando com os passageiros e notar aqueles que costumam ficar nervosos ou incomodados com a presença do policial. Foi o que aconteceu com um rapaz de 20 anos. Não foi preciso nem vasculhar a bagagem dele: a droga estavam escondidos na cintura.

Normalmente os traficantes usam uma espécie de cinta para que a droga fique mais "presa" ao corpo. Só que neste caso, resolveu improvisar, segurando apenas com a própria droga. O acusado foi encaminhado à Central de Polícia Judiciária onde foi preso em flagrante por tráfico. Ele também já era procurado pela justiça (crime de receptação).

MUITO CIGARRO

Cigarro era transportado em carreta com notas de carne e até lacre do SIF para despistar a polícia.

Em Assis, outra equipe do TOR apreendeu uma carreta lotada de cigarros contrabandeados do Paraguai. Foi no quilômetro 440 da Rodovia Raposo Tavares (SP 270).

De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual, a equipe fazia fiscalização quando abordou o motorista de uma saveiro, placas de São Miguel do Iguaçu (PR). O condutor confessou que fazia o serviço de batedor a uma carreta, com placas de Toledo (PR), carregada de cigarros contrabandeados.

O motorista da carreta foi detido logo depois. Ele disse que pegou a carga em Maringá e tinha como notas carregamento de carne, inclusive com lacre do SIF. Os dois motoristas e os veículos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Marília. A carreta foi lacrada, sem contabilizar o total do carregamento.







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