Conduzido à Presidência da República em 12 de maio de 2016, Michel Temer imprimiu, em seis meses de governo, uma gestão marcada pelo diálogo com o Congresso Nacional, pelo controle das contas públicas e da inflação e o reforço a programas sociais com foco na redução da desigualdade e na geração de emprego.
Nesse período, a equipe econômica do governo adotou diversas medidas para recuperar a capacidade do País em atrair investimentos e voltar a crescer. Os resultados apresentados desde então sugerem uma nação em acelerado processo de retomada do otimismo e da capacidade produtiva.
O Risco Brasil caiu, os índices de confiança do setor privado aumentaram e as projeções do mercado para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2017 passaram de 0,50% – quando o novo governo começou – para os atuais 1,2%, segundo a expectativa dos agentes econômicos privados.
Na educação, o governo Temer colocou em debate a reestruturação do ensino médio, garantiu a renovação de mais de 1,1 milhão de contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), além de repasse de recursos que ultrapassam os R$ 5 bilhões para instituições federais dos ensinos básico, técnico e superior.
A criação do programa Criança Feliz, do Cartão Reforma e a continuidade do programa Mais Médicos também garantiram os investimentos nas áreas da saúde e bem-estar social.
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