O Supremo Tribunal Federal (STF) tem até agora dois votos para manter a validade das delações do grupo JBS. Votaram a favor os ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes.
A presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, apregoou para julgamento as questões de ordem propostas pelo relator, ministro Fachin. Por volta de 18h20, a sessão foi encerrada e a votação continua nesta quinta-feira (21).
O plenário vai decidir se os processos relacionados à JBS deveriam de fato ser distribuídas automaticamente ao ministro Edson Fachin ou se seria o caso de sorteá-los livremente entre todos os ministros. Caso a relatoria saia de Fachin, existe o risco da validade das delações ficar comprometida, pois foi homologada por decisão monocrática do ministro.
Já o ministro Gilmar Mendes questionou durante a sessão se acordos "flagrantemente ilegais" podem ser homologados, seja monocraticamente, seja pelo plenário. Com a posição, ele tenta derrubar as delações da JBS, que atingem diretamente Michel Temer e o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG).
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