Semana deve ser com chuva em Marília

Domingo foi marcado por estraos na região, provocados por temporal. Frio persiste
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A segunda-feira, bem como os demais dias desta semana, deve ser de tempo nublado com pancadas de chuva, além de períodos curtos de sol. O frio deve persistir, com mínima de 16 graus e máxima de 24º. Aliás, na sexta e sábado deve esfriar ainda mais, com mínima de 7 graus.

A transição de maio para junho será marcada pelo aumento da chuva no Estado de São Paulo, informa o instituto Climatempo. Um sistema de baixa pressão com centro em alto-mar, perto da costa do Rio Grande do Sul, e a convergência de ventos em cima de Mato Grosso do Sul e de São Paulo geram instabilidades que aumentam as condições de chuva nessas áreas nesta semana.

Toda essa instabilidade tende a se organizar como uma frente fria no final da semana, com a entrada de uma massa de ar polar. A semana, que deve começar com temperaturas até elevadas para maio, termina com queda de temperatura.

ESTRAGOS NA REGIÃO

Temporal deixou esta casa destelhada em Paraguaçu.

A madrugada de sábado para domingo, que teve chuva forte em Marília, causou estragos na região, principalmente em Paraguaçu Paulista. Foi uma chuva intensa, acompanhada de granizo e ventos fortes, deixando casas destelhadas e derrubou várias árvores. No centro, vidraças de um estabelecimento comercial estouraram. Plantações de cana foram deitadas pela força do vento forte.

Agência de automóveis teve vidros estourados pela força do vento.

Segundo o Corpo de Bombeiros, não foram registradas pessoas feridas e nem desabrigadas. O domingo foi de muito trabalho tanto para os Bombeiros, Prefeitura como também dos próprios moradores para recuperar os estragos causados pelo temporal.

Em Assis, em alguns bairros foram registradas quedas de árvores sobre fios de alta tensão e alagamentos. Na área central, a enxurrada invadiu estabelecimentos comerciais. Uma antena de retransmissão de sinal de internet caiu com o vento forte. 

Em Lutécia, o temporal com granizo provocou rajadas de vento que derrubaram árvores e postes na zona rural. Na comunidade de Tabajara, que fica na divisa com Echaporã, construções também foram destelhadas. Fotos: João Luiz Donizetti da Silva (Jornal A Semana). Informações: De Olho no Tempo.









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