Até agora, cidade teve este ano quatro casos, mas há epidemia bem próximo daqui (Bauru). Secretário Ricardo Mustafá diz que não há motivos para alarde, mas é preciso manter vigilância contra os criadouros.
O Estado de São Paulo está em alerta contra a dengue. Isso porque já há municípios paulistas com epidemia da doença. Também foi confirmada, em pelo menos 19 cidades, a circulação do vírus tipo 2, o que representa uma nova ameaça à população em geral e, principalmente, às pessoas já tiveram o sorotipo 1 da doença.
Por estes motivos, o secretário da Saúde de Marília, Ricardo Sevilha Mustafá, realizou uma reunião para revisar o plano de contingência do município. O objetivo foi compartilhar informações e planejar a reação, caso ocorra a epidemia.
Ricardinho: planejar a reação em caso de epidemia.
“Hoje temos uma situação de controle da doença. Não há motivo para alarde. Mas pelo cenário que vemos em São Paulo e vários Estados, pela projeção e estudos dos pesquisadores que trabalham com epidemiologia, o risco de epidemias em todo o país está elevado”, disse Mustafá.
BAURU PREOCUPA - Ele ressaltou ainda a preocupação, uma vez que Bauru (distante 100 km) tem elevado número de casos. “É indispensável que façamos ações mais efetivas, tanto do Poder Público quanto da população”, completou o secretário.
Conforme dados da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal da Saúde, o município de Marília teve quatro casos confirmados de dengue em 2019. O dado foi atualizado no dia 25 de janeiro. Novos resultados serão anunciados nesta sexta-feira (1).
“Todas as ações (bloqueio e nebulização) estão sendo feitas pelas nossas equipes próprias e da empresa contratada. Queremos que a população também faça a sua parte nessa luta. Para proteger a nossa saúde e evitar o tormento da dengue, precisamos fazer uma coisa simples: eliminar os criadouros”, disse o secretário.
CONTINGÊNCIA - Em 2015, o município viveu uma grande epidemia de dengue com mais de 20 mil casos e quase 40 mortes. O plano de contingência de Marília prevê rápida mobilização, contratação de profissionais, criação de pólo para atendimento, entre outras medidas.
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