A Secretaria Municipal da Saúde está intensificando as ações de combate à dengue, com objetivo de eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti e, assim reduzir o risco de transmissão, reforçando as medidas de prevenção e controle. De acordo com a pasta, Marília registra neste ano três casos confirmados da doença.
Neste sábado (17 de janeiro), a partir das 8h30, serão realizadas mais três ações de BCC (Bloqueio de Controle de Criadouros) nas regiões das unidades de saúde Nova Marília (zona Sul), Jardim Renata (zona Norte) e de Lácio (zona Leste), envolvendo 21 profissionais, entre supervisores de saúde, agentes de controle de endemias e agentes comunitários de saúde.
Casos confirmados
Até o momento, o município de Marília registra três casos confirmados de dengue em 2026, sendo um no bairro Nova Marília (zona Sul), um no Jardim Colibri (zona Leste) e um no Jardim Renata (zona Norte). Foi registrado ainda um caso positivo também na área da UBS Alto Cafezal (zona Oeste), porém está nos dados de 2025.
Já a Secretaria Estadual da Saúde informa apenas dois casos, com 92 pessoas aguardando resultado de exames e outras 94 que ainda não estão no período de coleta de sangue.
Focos do mosquito
O primeiro LIRAa (Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti) do ano, que teve início na segunda-feira (12), será finalizado na próxima semana, com os resultados saindo até o final do mês.
O LIRAa envolve 130 agentes de saúde, entre comunitários, de controle de endemias e de zoonoses, e está sendo realizado num total de 535 quarteirões de todas as regiões da cidade.
O LIRAa é um método de pesquisa que visa identificar focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya em áreas urbanas, sendo realizado por meio de inspeção dos imóveis, com coleta de amostras de larvas em recipientes com água parada, e análise para calcular o Índice Predial (IP) e o Índice Breteau (IB).
A classificação de risco é feita da seguinte forma: menor que 1% - Situação satisfatória (alerta verde - baixo risco); de 1% a 3,9% - Situação de alerta (amarelo); e 4% ou mais - risco de surto de dengue, zika ou chikungunya (alerta vermelho).
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