Roubo de cargas: quadrilha com criminosos da região é presa pela polícia

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Mandados de buscas da Polícia Civil do Mato Grosso foram cumpridos em cidades como Garça, Assis, Paraguaçu Paulista inclusive com prisões dos envolvidos.

A Polícia Civil do Mato Grosso anunciou a prisão de integrantes de uma organização criminosa que atuava no roubo e furtos de cargas de grãos no estado. Na região, foram efetuadas prisões nas cidades de Garça, Assis, Avaré e Ponta Grossa (PR). O esquema criminoso movimentou cerca de R$ 6 milhões.

Oito investigados, entre eles os cabeças da organização criminosa e donos da transportadora envolvida nos roubos e furtos, foram presos nesta semana durante a Operação Safra.

O homem de 35 anos e a a mulher dele, de 37 anos, foram presos na cidade de Irati (PR), quando tentavam fugir do interior de São Paulo para a região sul do País.

Transportadora de Assis envolvida

Os mandados judiciais decretados pela Justiça de Mato Grosso foram cumpridos em cidades do interior paulista e do Paraná. Em Assis, sede da transportadora usada pelo casal que liderava o esquema criminoso, foram aprendidos quatro caminhões e seis carretas, e a empresa foi fechada.

Foram cumpridos 11 mandados de buscas contra alvos da investigação nas cidades do interior paulista, como  Assis, Avaré, Conchas, São Miguel Arcanjo, Paraguaçu Paulista, Maracaí e Tarumã; e em Campo Mourão, no Paraná. A Operação Safra contou com apoio da seccional da Polícia Civil de São Paulo em Assis. 

Esquema criminoso

As investigações iniciaram na apuração de furtos de duas cargas de soja ocorridos em março deste ano. A Gerência de Combate ao Crime Organizado da Polícia Civil de Mato Grosso identificou o esquema criminoso envolvendo uma empresa de transportes sediada em Assis e utilizada para a prática dos crimes. 

Durante anos, o proprietário e demais integrantes da quadrilha desviaram toneladas de grãos em Mato Grosso, conforme constam em mais de 40 boletins de ocorrência registrados pelas empresas proprietárias das cargas.

Além dos furtos, a organização criminosa passou a agir também roubando cargas, com uso de armas de fogo e mantendo as vítimas reféns durante a ação. 

 






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