Rebelião em presídio termina com mais de 50 mortes

Tragédia foi um enfrentamento entre facções criminosas. Entre os mortos um ex-PM.
Compartilhe:




Chegou ao fim, após mais de 17 horas, a rebelião no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus (AM). O ex-policial militar Moacir Jorge Pessoa da Costa, mais conhecido com "Moa", foi um dos mais de 50 mortos durante a rebelião mais violenta do sistema penitenciário daquele Estado.

A rebelião começou no início da tarde de domingo (1º), após um enfrentamento entre o Primeiro Comando da Capital (PCC), fundado em São Paulo, e a Família do Norte (FDN), que domina as prisões do Estado do Amazonas e é aliada do Comando Vermelho (CV), do Rio de Janeiro. Durante entrevista coletiva concedida poucas horas após o começo do tumulto, o secretário estadual de Segurança Pública, Sérgio Fontes, afirmou que pelo menos seis detentos tinham sido mortos e dez funcionários da Umanizzare, além de vários presos, tinham sido feitos reféns. O próprio secretário repetiu a informação de que corpos decapitados tinham sido atirados para fora da unidade.

O secretário de Segurança Pública, Sérgio Fontes, confirmou nesta manhã que "Moa" foi executado pelos presos durante rebelião iniciada por duas facções criminosas que atuam no sistema prisional no estado. Ele integrava uma suposta organização criminosa comandada pelo ex-deputado estadual Wallace Souza. "Moa" foi acusado de vários crimes e estava preso no Compaj cumprindo pena por homicídio.





Receba nossas notícias no seu celular: Clique Aqui.
Envie-nos sugestões de matérias: (14) 99688-7288


Desenvolvido por StrikeOn.