Rapaz que se passava por policial civil é preso perto da Delegacia

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Ele já havia cometido o mesmo crime há cinco anos

A Polícia Civil prendeu em flagrante, em Pedrinhas Paulista, na região de Assis, um rapaz de 28 anos que vinha se passando por investigador da própria corporação. Ele, que já havia cometido o mesmo crime há cerca de cinco anos, em Rio Preto, foi preso perto da Delegacia e ainda tentou resistir.

O homem se identificava como integrante do Setor de Inteligência e afirmava estar lotado na Capital. Ele utilizava um distintivo da Polícia Civil e portava um simulacro de arma de fogo, o que lhe conferia aparência de agente público em serviço.

O homem foi localizado nas proximidades da delegacia de Pedrinhas Paulista. Ao receber voz de prisão, tentou fugir a pé, sendo alcançado e detido pelos verdadeiros policiais. Durante a fuga, tentou se desfazer de uma bolsa tática que continha um simulacro de pistola com coldre semelhante ao real, um distintivo da instituição, uma algema e um canivete multifuncional.

Insistia no mesmo crime

Na Delegacia, foi constatado que ele já havia sido preso em 2020, em São José do Rio Preto, também por usurpação de função pública, quando igualmente portava simulacro e distintivo da Polícia Civil.

Agora, foi autuado em flagrante novamente pelo crime usurpação de função pública, além de resistência e desobediência e encaminhado a um estabelecimento prisional da região, onde permanece à disposição da Justiça para audiência de custódia.

O que é o crime de 
usurpação de função pública?

O crime de usurpação de função pública, previsto no Art. 328 do Código Penal, consiste em exercer indevidamente (sem a devida nomeação ou título), atividades inerentes a um cargo público. A pena é de detenção, de três meses a dois anos, e multa. Caso o agente obtenha vantagem, a pena aumenta para reclusão, de dois a cinco anos, e multa. 

 




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