A Justiça de Pompeia condenou a um total de 130 anos de prisão os 12 integrantes de uma organização criminosa acusada de praticar crimes de agiotagem e extorsão que atuou entre 2020 e 2022 em Quintana. As penas variam de 4 anos e 6 meses até 22 anos e 4 meses de reclusão, conforme o nível de participação no grupo.
A investigação realizada pela DIG de Tupã revelou uma estrutura criminosa organizada, com liderança definida, divisão de tarefas, cobrança sistemática de juros abusivos e uso de ameaças para garantir o recebimento das dívidas. Na oportunidade foram apreendidos armas, joias e centenas de cheques comprovando a prática reiterada de agiotagem (usura).

A sentença da Justiça reconheceu a gravidade das ações e a importância do trabalho técnico e minucioso realizado pela DIG no enfrentamento desse tipo de crime, que afeta diretamente a economia local e explora vítimas em situação de vulnerabilidade financeira.
"Parte da população de Quintana que vivia sob os desmandos do grupo está livre da atuação de seus membros. A investigação que apura o crime de Lavagem de Dinheiro está em curso e acerca desse delito, ainda haverá julgamento", informou a DIG de Tupã em nota oficial. Com informações: João Mário Trentini.
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