A pressão internacional parece não surtir efeito e o presidente russo, Vladimir Putin, no momento em que representantes da Rússia e da Ucrânia negociam um cessar-fogo, reforçou as ameaças. “O pior da guerra ainda está por vir”, alertou.
Nesta quinta-feira (3/3), em pronunciamento transmitido ao vivo do Kremlin, sede do governo russo, Putin voltou a chamar os ucranianos de neonazistas e fez uma série de acusações.
Putin comemorou as conquistas das suas tropas e prometeu aumentar a remuneração dos combatentes. “Eles lutam pela Rússia, pela vida pacífica em Donbass, pela desmilitarização e pela desnazificação”, frisou.
Em meio à tensão global, representantes da Rússia e Ucrânia negociam um cessar-fogo nos bombardeios e a criação de “corredores verdes” para refugiados. A reunião começou no início da tarde desta quinta-feira.
Um dos principais pontos da negociação é o estabelecimento de um armistício, ou seja, a suspensão temporária das hostilidades entre as tropas.
Horas antes do encontro para negociar um cessar-fogo, Putin radicalizou e garantiu que as tropas da Rússia devem continuar os combates.
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