Após quase um mês de muita expectativa, a maioria do PSDB decidiu manter o apoio ao governo Michel Temer. O partido se mostrou rachado desde a divulgação das gravações feitas por Joesley Batista, dono da JBS, que atingiam o presidente da República e o senador Aécio Neves.
A decisão tucana traz alívio ao peemedebista e à base aliada do governo como um todo, pois tem impacto direto na agenda de reformas e numa eventual abertura de processo contra Michel Temer pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Ao sair da reunião, o senador José Serra foi cercado pela imprensa e declarou que "o partido não fará nenhum movimento de saída do governo; a ideia é retomar projetos importantes, como a reforma política."
Por sua vez, o líder do partido na Câmara, Ricardo Tripoli, destacou que, apesar de algumas opiniões contrárias no partido, a decisão da maioria será respeitada pelos demais tucanos.
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