Protesto de caminhoneiros causa desabastecimento. APAS ameniza reflexo

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A Associação Paulista de Supermercados (Apas) informa que as paralisações já causam desabastecimento nos supermercados, em especial nos itens de frutas, legumes e verduras, que são perecíveis e de abastecimento diário, informou a Agência Brasil.

A entidade ressalta que também carnes e produtos industrializados, que levam proteínas no processo de fabricação, também estão com as entregas comprometidas pelos atrasos no reabastecimento.

Em nota, a diretoria da Apas faz um apelo para que as negociações entre governo federal e caminhoneiros tenham resoluções imediatas para que a "população não sofra com a falta de produtos de necessidade básica".

A Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), maior central de abastecimento de frutas, legumes, verduras, flores, pescados e diversos do país, também demonstrou preocupação com os reflexos da paralisação dos caminhoneiros, afirmando que já existe reflexos na comercialização de produtos.

A paralisação já provoca alta nos preços, como batata. "Da mesma forma que a oferta apresenta problemas, a demanda também está prejudicada. Compradores que carregam para outros estados, não estão realizando negócios", ressalta o entreposto. 

IMPACTO AMENIZADO - Apesar da divulgação das informações pela Agência Brasil, a diretoria da APAS divulgou no final da tarde uma nota oficial procurando amenizar o impacto do movimento de paralisação nos estoques dos supermercados. A justificativa é que "tanto indústria quanto varejo flexibilizam muito bem seus estoques e possuem níveis de serviço devidamente acordados com seus distribuidores e prestadores de serviços de logística, que precisam garantir os prazos de entrega".

Para a entidade, um eventual desabastecimento de produto "dependeria de longo período de fechamento de estradas e paralisações, o que ainda não é o caso".

 






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