Professores de Marília discutem uso da Inteligência Artificial na educação infantil

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A Inteligência Artificial (IA) já faz parte da rotina de professores e gestores escolares, mas até que ponto essa tecnologia pode ajudar sem substituir o trabalho dos educadores? O assunto foi debatido durante um encontro promovido pela Secretaria Municipal da Educação de Marília.

A atividade aconteceu na semana passada, durante a penúltima reunião de professores coordenadores das Escolas de Bebês da rede municipal de ensino em 2026.

O objetivo foi orientar os profissionais sobre as possibilidades e os limites da IA, cada vez mais utilizada no planejamento de aulas, elaboração de relatórios, avaliações e atividades administrativas das escolas.

A professora coordenadora Camila Malimpensa de Lyra, da Emei Saci-Pererê, destacou que a tecnologia pode agilizar tarefas e facilitar a produção de materiais pedagógicos, mas ressaltou que seu uso deve preservar a autoria e a responsabilidade dos professores.

“A IA é um valoroso auxílio, mas não pode substituir a nossa importância no processo de ensino e aprendizagem”, afirmou.

Elaborar bons comandos e revisar...



Durante o encontro, também foram apresentados exemplos de plataformas e recursos que podem auxiliar na organização de apresentações e documentos, com atenção à segurança e à possibilidade de revisão dos conteúdos.

O secretário adjunto da Educação, Matheus Mazali, demonstrou formas de elaborar comandos para obter melhores resultados das ferramentas, mas alertou para a necessidade de conferir as informações produzidas. “A IA responde em segundos. Mas quem responde pelas consequências?”, questionou. 

A reunião reforçou que a Inteligência Artificial pode contribuir para a rotina escolar, desde que seja utilizada como ferramenta de apoio, sem substituir o conhecimento, o julgamento e a responsabilidade dos educadores.





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