Preso por tráfico, homem é acusado também de homicídio em Marília

Após um ano de investigações, DIG anuncia esclarecimento de crime. Autor nega, mas provas são "consistentes", afirma polícia.
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Um homem de 33 anos, conhecido como "Marquinhos", está oficialmente acusado de matar a tiros Fernando da Silva, de 35 anos, conhecido  “Ferpinha”. O crime ocorreu há exatamente um ano e foi esclarecido pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais). O acusado está preso desde novembro do ano passado, acusado de tráfico de drogas. Ele admite que conhecia a vítima, mas nega o crime. A DIG prossegue nas investigações para posteriormente pedir a prisão preventiva do acusado.

Ferpinha foi morto a tiros. DIG esclarece crime.

Segundo testemunhas, "Ferpinha", estava no cruzamento das ruas América com Pascoal Rafael, no Bairro Palmital, sentado em um bloco, quando foi surpreendido por duas pessoas que chegaram em uma moto preta. O condutor permaneceu no veículo enquanto o garupa desceu e chamou a vítima pelo nome. Ao receber o olhar da vítima, o criminoso disparou duas vezes, se aproximou e realizou mais dois disparos.

Uma testemunha entrou em luta corporal com o autor dos tiros, sendo que durante a briga, o mesmo deixou cair seu boné e capacete, que foram apreendidos pela PM. O agressorconseguiu retornar para a moto e fugir com seu comparsa.

De acordo com o delegado Valdir Tramontini, titular da DIG, "após meses de investigação, policiais desta especializada conseguiram obter informes sobre quem teria sido o autor dos disparos, obtendo sua identificação como sendo A.M.F.P., vulgo “Marquinhos”, o qual possui antecedentes criminais por homicídio (praticado quando era adolescente), tentativa de homicídio, furtos, roubo, e tráfico de entorpecentes (crime pelo qual se encontra preso desde novembro/2016)".

O delegado acrescenta que "ao ser formalmente interrogado “Marquinhos” confessou que conhecia a vítima, mas negou ser o autor do crime, porém, em face de robusto elemento de prova, foi ele formalmente indiciado pela prática de crime de homicídio qualificado, mediante recurso que impossibilitou a defesa do ofendido, que prevê pena de 12 a 20 anos de reclusão". A DIG está apurando também qual seria o motivo do crime.







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