Preso jurado de morte pelo PCC escapa da morte em penitenciária

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Um rapaz de 22 anos, que cumpre pena na penitenciária de Marília, escapou da morte ao ser jurado de morte pela facção criminosa PCC. Motivo: se envolver com a ex-mulher de um dos integrantes. Ele seria queimado vivo se não fosse a intervenção dos agentes penitenciários.

O caso foi registrado ontem à noite. Os agentes penitenciários de plantão no semi-aberto perceberam quando uma grande quantidade de fumaça saía de duas celas, onde estavam três sentenciados.

Assim que abriram a porta, a vítima (iniciais V.C.F.) pulou desesperadamente para o lado de fora, enquanto os outros dois internos também correram. 

O rapaz estava com os braços e as pernas amarrados com toalhas. Enquanto era socorrido ao Hospital das Clínicas, para atendimento médico, contou que estava "jurado de morte" porque há alguns anos se envolveu com a ex-mulher de um dos membros da facção.

Ontem à noite foi amarrado pelos outros dois sentenciados (ambos também de 22 anos) que atearam fogo nos colchões e iriam jogar a vítima para morrer queimada, mas foi salva pelos agentes.

"Suicídio"

 A versão dos acusados pela tentativa de assassinato foi no mínimo curiosa: os três haviam combinado uma espécie de "suicídio coletivo", sendo que a própria vítima havia amarrado os pés e as mãos.

Os dois foram presos em flagrante por tentativa de homicídio. O sentenciado jurado de morte permanece internado no HC já que inalou muita fumaça, mas pelo menos escapou de uma morte trágica.







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