Presidente do CRECI afirma: "para setor imobiliário, o pior já passou"

Presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, esteve esta semana em Marília e região.
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O presidente do Conselho Regional de Corretor de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), José Augusto Viana Neto, que esteve esta semana em Marília, garante: o setor imobiliário já experimentou seus momentos mais difíceis durante a crise e a tendência é de que, agora, volte a crescer. Ele se reuniu com lideranças marilienses durante convenção administrativa da entidade.

Delegado do Creci/Marília, Hederaldo Benetti, com lideranças durante o evento.

A Convenção Administrativa do Creci discutiu a atuação dos profissionais. Estiveram presentes os membros de comissões específicas da entidade, como de ética, loteamento e divulgação. O dirigente estadual informou que as reuniões das comissões ocorrem duas vezes ao ano e que Marília estará representada na convenção estadual prevista para o final do ano.

Além dos representantes de imobiliárias, também esteve presente ao evento a secretária municipal de Planejamento Urbano, Valéria Viana. Ela apresentou um perfil de 2014 e 2015 com informações sobre a quantidade de metros quadrados construídos e destacou a importância do papel do corretor de imóveis para o setor imobiliário da cidade.

MERCADO FAVORÁVEL

 Em entrevista na região, José Augusto Viana Neto também falou sobre a tendência do mercado imobiliário. Ele afirma que “a crise política já provocou todo mal que poderia” e que “o pior já passou”, lembrando que os resultados de financiamentos imobiliários e de índice de inadimplência em 2016 são mais positivos do que há 12 anos, quando o cenário para o setor já era considerado favorável.

Secretária Valéria Viana apresentou o perfil de Marília.

Sobre as perspectivas do setor, Viana enfatizou que "as pessoas dizem que o mercado está ruim, mas é um engano muito grande. A supervalorização imobiliária é ruim, porque traz inflação. Para os corretores, o mercado é bom sem a presença dos investidores profissionais, porque estes especulam demais e só querem ganhar. Quando há valorização artificial dos imóveis, como houve há pouco tempo, muita gente fica sem possibilidade de ter acesso à casa própria, o que diminui a frequência de negócios".

O presidente do CRECI-SP também comentou sobre os preços praticados atualmente que favorecem o setor. "Os preços não oscilam mais na mesma velocidade em que estavam oscilando, o que favorece a pechincha, a negociação, onde a figura do corretor é fundamental. No nosso meio, quem está mais sentindo são os profissionais que trabalhavam com lançamentos. Com os bancos restringindo crédito, os novos empreendimentos minguaram". Com informações JC NET.





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