Alunos do curso de pós-graduação de Enfermagem em Terapia Intensiva e Urgência e Emergência da Universidade de Marília (Unimar) tiveram, no último fim de semana, aula com a presidente do Coren (Conselho Regional de Enfermagem), Renata Andrea Pietro Pereira Viana. Ela abordou o tema Segurança do Paciente e Protocolo Sepse.
Para diretor de assistência do HBU (Hospital Beneficente Unimar) e coordenador da especialização UTI e Urgência, Luiz Fernando Fregatto, a presença da presidente do Coren fortalece o ensino oferecido pela Unimar. "O Coren tem fortalecido os espaços de educação, contribuindo com a autonomia profissional, construindo conhecimento e desenvolvimento atitudinal", disse.
Segundo ele, esta interação faz parte dos objetivos do curso, que é permitir ao aluno que tenham acesso a todas as informações relacionadas com a profissão. “A presença da presidente do Coren é fundamental, uma vez que ela representa mais de 500 mil enfermeiros de todo o Estado de São Paulo e têm conhecimento da situação vivida pelos profissionais, conhecendo as dificuldades de cada um e a importância de cursos como o oferecido pela Unimar”, apontou.

O diretor de assistência do HBU, Luiz Fernando Fregatto, com a presidente do Coren, Renata Andrea Pietro Pereira Viana.
Renata Pietro apontou que os dois temas abordados na aula são extremamente importantes na atualidade. “A Sepse é uma das doenças que mais matam no país, sendo superior ao câncer e ao infarto e mesmo assim pouca importância vinha sendo dada para esse problema. E hoje quando nós conseguimos fazer com que os enfermeiros trabalhem nessa condição, nesse cenário, eles conseguem desenvolver estratégias para desenhar processos de trabalho e protocolos para identificar precocemente estes pacientes”, explicou.
Sobre o curso de pós-graduação de Enfermagem em Terapia Intensiva e Urgência e Emergência, a presidente do Coren apontou que a grande questão a ser avaliada é o diferencial que a Unimar faz na formação das pessoas.
“Quando nós olhamos para um cenário, que você tem uma pós-graduação, primeiro pensando em terapia intensiva onde eles vão ter a oportunidade de ter a prática, que é difícil de ver em pós, isso já é um ponto positivo, um ponto diferenciado”, afirmou.
Renata explica ainda que quando isso é atrelado a condição de pensar no doente desde a porta de entrada, que é o Pronto Atendimento ou Pronto Socorro, você já consegue modificar todos os desfechos.
“Nós conseguimos ver que, com isso, a Universidade promove uma formação em um âmbito, onde o profissional não precisa atuar na terapia intensiva ou na emergência, mas vai conseguir ver todo o passo a passo e todo desfecho e o cenário que ele pode atender. Isso hoje é o que a gente chama de habilidades e atitudes que você vai desvelar a partir do conhecimento adquirido”, explicou.
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