Polícia Rodoviária intensifica combate ao contrabando de Mounjaro e faz nova prisão

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O contrabando de Tirzepatida, princípio ativo do medicamento para diabetes e perda de peso Mounjaro, tornou-se alvo de diversas operações policiais nas rodovias brasileiras. É o que está ocorrendo na região de Marília, com diversas apreensões feitas pela Polícia Rodoviária, cujos envolvidos são presos em flagrante. Neste fim de semana, em Assis, com a apreensão de 246 ampolas com uma mulher. Na semana passada um casal já havia sido preso com o mesmo tipo de contrabando.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou recentemente a substância no Brasil, mas a crescente demanda tem alimentado um mercado ilegal significativo. O medicamento é frequentemente adquirido em países vizinhos, como Paraguai e Argentina, onde a regulamentação pode ser diferente ou o custo mais baixo.

A polícia rodoviária intensificou a fiscalização para combater esse comércio ilegal, que representa riscos à saúde pública, devido à falta de controle de qualidade e armazenamento inadequado dos produtos contrabandeados.

A operação em Assis ocorreu na Rodovia Raposo Tavares, onde a Polícia Rodoviária interceptou um ônibus de turismo com itinerário Foz do Iguaçu/PR x Rio de Janeiro/RJ, transportando 26 passageiros.

Após a vistoria no salão de passageiros, os policiais localizaram, escondidas em duas almofadas de  pescoço, 246 ampolas de Tirzepatida (Mounjaro) e 20 perfumes, pertencentes a passageira da poltrona 27. No bagageiro também constatado uma grande quantidade de contrabando trazido do Paraguai. 

A mulher foi apresentada na Polícia Federal de Marília, onde foi autuada em flagrante com base nos Artigos 273 e 333 do Código Penal, já que tentou subornar os policiais. A ação gerou um prejuízo ao crime estimado em quase R$ 150 mil (só em medicamentos e perfumes), sem contabilizar a carga lacrada.

Riscos e Regulação:

  • Venda controlada: o mounjaro original possui venda restrita a farmácias autorizadas e exige retenção de receita médica.
  • Perigos à saúde: autoridades alertam que o uso de tirzepatida de origem desconhecida (como as vendidas em redes sociais ou feiras) expõe o consumidor a riscos graves, incluindo produtos sem esterilidade, dosagens incorretas e falta de controle de temperatura durante o transporte. 

Para garantir a segurança, recomenda-se adquirir o medicamento apenas em estabelecimentos licenciados e sob orientação médica, utilizando canais como o site oficial da Anvisa para verificar lotes autorizados.





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