No local os policiais localizaram mais de 30 pessoas em situação de maus-tratos, entre adolescentes, idosos e pessoas com deficiência. Os pacientes relataram que eram agredidos, torturados e ameaçados, caso contassem para as famílias.
Os policiais também constataram que as dependências do local não eram adequadas para uma clínica de reabilitação para dependentes químicos, visto que não havia alvará de funcionamento, atendimento médico e outros serviços.
O caso foi registrado na Polícia Civil e um inquérito será instaurado para apuração dos crimes de maus-tratos, tortura e cárcere privado. Os responsáveis pela clínica não foram localizados.
“A alimentação do local era bem pouca e muito ruim. Uma das pessoas também disse que passava fome. Não tinha atendimento médico, odontológico e psicólogo. Das pessoas que eu ouvi, nenhuma recebeu a vacina contra a Covid-19, mesmo estando na faixa etária contemplada pelo plano”, afirmou a delegada da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Penápolis, Thaísa da Silva Borges. (G1)
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