Polícia deve concluir inquérito até a próxima semana

Funcionário da Fundação Casa já está em cadeia na região. DDM procura arma do crime. Amigo ajudou na fuga deve ser processado.
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A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) deve concluir na segunda-feira (dia 13) o inquérito que apura um dos crimes de maior repercussão em Marília nos últimos meses: a mulher que foi assassinada pelo marido com um tiro na cabeça. William de Pretti de Sá (um dos coordenadores da Fundação Casa, em Marília) foi preso ontem à tarde por investigadores da DIG. Ele estava escondido na casa de um amigo no bairro Salgado Filho. Ele deve responder pelo crime de favorecimento pessoal. A polícia tenta localizar a arma do crime.

Lúbia chegou a ser socorrida e teve morte cerebral.

De acordo com a Polícia Civil, William estaria escondido em uma casa na rua Santa Isabel, quase na saída da cidade (sentido rodovia do Contorno - zona Sul). Os investigadores cercaram o imóvel e encontraram William escondido no banheiro. "Ao ser informado da presença da polícia, abriu a porta e se entregou sem reação, porém, quando foi encaminhado para exame de corpo de delito, se descontrolou, e chegou a bater a cabeça na parede algumas vezes, sendo prontamente contido", informou em nota a DIG.

A DDM prossegue nas investigações e está tentando localizar a arma usada no crime (um revólver, provavelmente calibre 38). Em seu depoimento, William chegou a dizer que jogou na zona rural de Avencas. Mas, como estava totalmente descontrolado ao ser preso (há suspeita que estaria tomando medicamentos controlados), no seu depoimento era muito difícil entender o que falava e por isso o caso continua sendo apurado.

William de Pretti de Sá, após ser interrogado, foi encaminhado à cadeia de de São Pedro do Turvo. Ele foi indiciado pelo homicídio qualificado praticado/feminicídio (pena de 12 a 30 anos de reclusão). A DDM pretende relatar o inquérito na segunda-feira, encaminhando à Justiça.

William ao ser levado à DDM para interrogatório.

Além da localização da arma, restam apenas alguns procedimentos legais, como os laudos do local do crime (Instituto de Criminalística) e também do laudo da morte da vítima (necroscópio) que também serão anexados posteriormente ao inquérito.

ESCONDIDO - Além do inquérito que apura o crime, esse amigo que ajudou na fuga deverá ser processado e responder pelo crime de favorecimento pessoal (pena de prisão de até seis meses).

A princípio, a polícia apurou que William estaria na casa pelo menos desde a noite de terça-feira. No momento da prisão, estava no local a esposa da pessoa (é amigo da família). Mas, há suspeita de que poderie estar escondido naquele local há um certo tempo porque havia um quarto para ele dormir. O funcionário da Fundação casa ficou foragido por cerca de 40 dias.







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