Polícia de MG prende criminosos que aplicaram golpes milionários contra empresários de Marília e Garça

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Eles enganavam as vítimas trocando dinheiro falso por verdadeiro.

Dois homens foram presos pela Polícia Civil de Minas Gerais (um terceiro segue foragido) acusados de aplicarem golpes milionários contra empresários de Marília e Garça. Eles atraíam as vítimas prometendo rendimento elevado em transações com moeda estrangeira, mas na verdade era dinheiro falso.

As investigações, realizadas pela 2ª Delegacia Especializada em Investigação de Fraudes (Deif), apontaram que as vítimas chegaram a transferir cerca de R$ 4 milhões aos golpistas. Para enganar as vítimas, os criminosos criaram uma falsa empresa de investimentos financeiros, utilizando nomes e documentos falsos, perfis empresariais em redes sociais, sede física e sites de fachada.

Como o golpe era aplicado

O objetivo era atrair as vítimas com a promessa de rendimento elevado por meio de transações com moeda estrangeira.

O golpe começava com um dos criminosos (de 51 anos), que atuava como captador das vítimas. Ele ligava para os alvos, se passando por funcionário de instituições bancárias. Ele convencia as pessoas a entregar dinheiro vivo como forma de “verificação” ou “atualização bancária”.

Após o primeiro contato, a vítima era instruída a entregar o valor a um suposto motoboy, que na verdade era outro integrante do grupo (de 61 anos), responsável por buscar o dinheiro em espécie na casa das vítimas.

Em seguida, o material era repassado ao terceiro investigado (da mesma idade), que realizava a troca do dinheiro verdadeiro por cédulas cenográficas (dinheiro falso), devolvidas à vítima como se fossem o valor analisado.

Vítimas na região

Segundo o delegado Rafael Alexandre de Faria, responsável pelo inquérito, durante o encontro os empresários  de Marília e Garça tiveram acesso a cerca de R$ 6 milhões em cédulas que, posteriormente, foram identificadas como falsas.

“Um contrato falso foi assinado, e as vítimas realizaram transferências que somaram quase R$ 4 milhões à organização criminosa”, detalhou.

O inquérito foi concluído e remetido ao Poder Judiciário. As operações tiveram apoio da Delegacia Regional em Juiz de Fora e da Polícia Civil do Estado de São Paulo. As investigações seguem para apurar desdobramentos da atuação do grupo criminoso.







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