Polícia Civil prende autores de latrocínio em ferro-velho na zona sul de Marília

Dois dos envolvidos haviam fugido da cidade. Um foi preso em Porto Alegre e o outro no Mato Grosso do Sul. Terceiro envolvido foi preso em Marília
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Policiais Civis da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Marília divulgaram nesta quinta-feira a prisão dos envolvidos no latrocínio de José de Jesus Sabino, conhecido como "Mineiro", que tinha 69 anos. Mineiro foi morto com um tiro no último dia 03 de março dentro de seu estabelecimento, um ferro-velho, localizado no perímetro urbano da rodovia BR-153 em Marília.

De acordo a nota divulgada pelo delegado Valdir Tramontini, os criminosos roubaram R$ 5 mil da vítima antes da fuga. Dos quatro envolvidos, três fugiram da cidade, mas acabaram presos. Eles teriam fugido em um veículo Ômega pilotado por Eduardo Júnios Lacerda, de 20 anos, dono do carro. Seguindo pistas, os investigadores descobriram que Gilson Lino da Silva, de 43 anos, conhecido como Índio, e Glauco Bicaleto Gonçalves, de 26, também estiveram no ferro-velho no dia do crime, que teria sido planejado por Glauco, que frequentemente estava no local pois trabalhava com vendas de produtos recicláveis.

Gilson, autor do disparo que tirou a vida de Mineiro, já foi preso outras três vezes pelo crime de homicídio. Ele havia fugido para Porto Alegre/RS e trabalhava como vigia de um prédio Após liberação da justiça gaúcha, ele será removido para Marília, onde deve ser julgado pelo crime. Ele estava em liberdade provisória a cerca de um ano.

Com antecedentes por receptação, Eduardo, o motorista, deixou Marília e fugiu para o Mato Grosso do Sul, onde foi preso e confessou ter dirigido o carro durante a fuga.

Glauco, que tem antecedentes crimes da lei Maria da Penha não fugiu da cidade e foi preso no último dia 13. Ele confessou ter comentato com os participantes do crime sobre onde Mineiro guardava o dinheiro, mas negou ter participado. Tramontini explicou ainda que a prisão dos outros três indivíduos não havia sido informada para não prejudizar o andamento das investigações.

Se condenados, os responsáveis pelo crime podem pegar até 30 anos de prisão.







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