Polícia Civil apreende pistola que pode ter sido usada em crime

Arma estava com uma adolescente de 14 anos. DIG aguarda laudo da perícia.
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A Polícia Civil de Marília, através da Delegacia de Investigações Gerais, deteve uma adolescente de 14 anos - parente de Lucimara Verga dos Santos - que estava na posse de uma pistola calibre 9mm (de uso restrito), municiada com sete cartuchos íntegros.

A adolescente foi localizada no interior de um ônibus, na zona sul da cidade, e escondia a arma dentro de uma bolsa. Ela disse aos policiais civis que havia recebido a pistola, instantes antes, de uma mulher de 33 anos, moradora no bairro Nova Marília, e que é parente de Paulo de Tarso Santarelli. Em buscas na casa da mulher, os policiais apreenderam ainda uma munição intacta calibre 38.

Há suspeitas de que, posteriormente, a pistola seria entregue a um outro familiar de Lucimar, que tem envolvimento com facção criminosa, e utilizada na prática de algum crime. Lucimara e Santarelli, estão envolvidos na morte de João Geraldo Pereira da Silva, vulgo "Pezão", executado com vários tiros no começo do mês passado tendo seu corpo sido jogado pelo casal de amásios, em um terreno baldio da Rua Plínio Queiroz, na vila Barros, zona Norte da cidade.

Caso haja coincidência de calibres, a polícia encaminhará a pistola ao Instituto de Criminalística, para confronto com projéteis eventualmente extraídos do corpo daquela vítima.

A mulher foi autuada em flagrante pelo crime de guarda de arma de fogo de uso restrito, que prevê pena de 03 a 06 anos de reclusão, tendo sido encaminhada a Cadeia Pública de Pirajuí,  e liberada no dia seguinte, em face do Poder Judiciário local lhe ter concedido os benefícios da liberdade provisória.

Já a adolescente, por força do que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente, e por não ter havido violência ou grave ameaça, foi inquirida e liberada, e responderá a procedimento em tramitação pela Vara da Infância e da Juventude.

Lucimara e Santarelli se encontram foragidos, e com prisões decretadas, motivo pelo qual se solicita à população que, caso saiba de seus paradeiros, os denunciem através do telefone 197, sem que seja necessário se identificarem.







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